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 I Challenge WEEK

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Envageline
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MensagemAssunto: Re: I Challenge WEEK   Sex Jul 10, 2009 2:25 pm

Nome: "O teu cheiro"
Autor: Envageline ou Andreia Marques
Tipo: short-fic
Gênero: Romance e drama
Classificação: R
Foco: Draco Malfoy e Rosy Heart (personagem original)
Capa da fic: não tenho
Link para a fic: ainda não está mas depois mando-te o link por mp

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O meu blog: http://kazuko_x3.livejournal.com/

O meu website: http://hofnight.webs.com/

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MensagemAssunto: Re: I Challenge WEEK   Sex Jul 10, 2009 4:04 pm

Enva, não é suposto postares isso aqui x)

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Envageline
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MensagemAssunto: Re: I Challenge WEEK   Sex Jul 10, 2009 4:13 pm

ahhh não sabia!!
então a para mandar em pm!?

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Blue Storm
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MensagemAssunto: Re: I Challenge WEEK   Sex Jul 10, 2009 4:40 pm

Manda isso juntamente com a fic para o mail do Symon Smile
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Pansy Parkinson
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MensagemAssunto: Re: I Challenge WEEK   Dom Jul 12, 2009 2:01 pm

Fechado, Gente.
Vou postar, em seguida, as fics por ordem de chegada.

NÃO postem NADA até eu avisar.

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Pansy Parkinson
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MensagemAssunto: Re: I Challenge WEEK   Dom Jul 12, 2009 2:04 pm

Citação :
Nome: Dry Tears
Autor: Just
Tipo: Song-fic
Gênero: Drama/Romance
Classificação: PG13
Foco: JP/NM
Capa da fic: Ná
Link para a fic: Amanhã ^^

Item: Narcissa Malfoy

Dry Tears

Once it was so right
When we were at our high,
Waiting for you in the hotel at night
I knew I hadn´t met my match
But every moment we could snatch
I don’t know why I got so attached



Eu não sei que reacção tive quando recebi a notícia. Lucius tinha um sorriso perverso e repugnante no rosto quando transformou em palavras a dor mais profunda do meu coração. “Potter irá morrer hoje” disse-me. Eu não me lembro do que senti nesse momento, possivelmente porque não senti nada, apenas vazio. Vazio e a plena consciência que aquilo que deixava a minha vida com mais intensidade, com mais emoção, iria desaparecer.
James não era perfeito para mim, nós nunca seríamos perfeitos um para o outro, mas parecia correcto estar com ele, como se fosse a coisa certa a ser feita. Eu não me perguntava porque o esperava em cada diferente noite, no quarto de hotel onde nos encontrávamos. Não era necessário fazer perguntas a mim mesma quando, interiormente, já tinha as respostas. O que eu não sabia era porque aquilo me fazia sentir viciada, como se eu não pudesse deixar de comparecer aos nossos encontros, como se eu dependesse de cada segundo que os meus olhos cruzavam os dele. Eu não tinha qualquer resposta para isso.

He walks away
the sun goes down,
He takes the day but I’m grown
And in your way
In this blue shade
My tears dry on their own.


A notícia que Lucius me dissera confirmara-se ainda nessa noite, seguida de uma revelação trágica para o lado negro. Eu ignorava o que me era dito, eu não queria saber do que me fora revelado por meu marido sobre o Lord das Trevas. Eu apenas ficava apática, a encarar um triste e solitário pôr do sol, o fim de mim e de James, o fim do incêndio que ambos havíamos ateado nas nossas almas. James era o meu fogo interior, era o que me fazia sentir viva, era o meu dia num mundo de constante noite. O meu dia que chegava ao fim de forma drástica e sem me deixar dizer-lhe um último adeus.
E lágrimas escorriam pela minha face, apagando o que restava do incêndio que ardia na minha alma. Era um fogo vivido e intenso que apenas poderia existir se ardesse em dois corpos. Mas o de James já jazia frio e sem vida, o fogo de James já se extinguira e o meu apenas ia morrendo, lentamente, diminuindo mais e mais a cada nova lágrima que escorria. A cada nova lágrima que secaria sozinha.

We could have never had it all
We had to hit a wall
So this is inevitable withdrawl
even if I stopped wating you,
A perspective pushes through



Tudo teria sido mais fácil e simples se e não me tivesse envolvido. Se nós nunca nos tivéssemos traído a nós mesmos, se nunca nos tivéssemos envolvidos. Eu seria apenas Narcissa Malfoy, mulher fria e intocável, e ele, James Potter, herói digno e morto. Não haveria lembranças, não havia sentimentos destroçados, não haveria dor, não haveria lágrimas secas para sempre marcadas no meu rosto e não haveria as cinzas de um incêndio que ardera fugazmente nas nossas almas.
Os anos passaram, vazios, como as conchas ocas do oceano, e leves, como as cinzas que restaram do nosso incêndio. Eu aceitara o nosso fim, revoltada, desesperada, aflita, mas aceitara. Não era como se eu pudesse fazer algo contra a morte, não era como se pudesse voltar atrás e mudar o que acontecera. Mas eu sabia que, bem lá no fundo, eu sempre esperaria por James. Ou rezava que, algures do outro lado, James esperasse por mim. Era uma ideia retorcida e louca, mas era uma ínfima chama de esperança que ardia no meu peito, e eu, honestamente, acreditava nela.

I wish I could say no regrets
And no emotional debts
‘Cause as we kissed goodbye the sun sets
So we are history



E eu poderia mentir a mim mesma, dizer que não haveria nada que me fizesse pensar intensamente em James, que não haveria motivos para recordá-lo quando não quisesse. Porque de cada vez que os meus olhos se cruzavam com os de Harry Potter, de cada vez que a fotografia do menino-que-sobreviveu vinha num jornal ou sempre que Draco o mencionava, ou até mesmo quando ele passava por perto na Diagon-Al ou na plataforma nove e três quartos, a imagem de James voltava à minha mente. A chama de esperança crescia num impulso, o nosso incêndio parecia querer regressar das trevas. Mas isso logo passava, isso logo desaparecia porque aquele era Harry Potter, filho de James. Ele nunca seria aquele que deu a vida no seu lugar.

He walks away
the sun goes down,
He takes the day but I’m grown
And in your way
My blue shade


Ele partira. Levando o sol, levando o fogo, levando a minha alma e os meus sentimentos. A noite ficou, ficaram as cinzas, o vazio e o frio. Haviam as lágrimas, o aspecto indiferente, a dor interior e o escuro.
Não havia mais James.
Não havia mais intensidade.
Não havia mais eu.
Não havia mais incêndio.
Não havia mais nós.
Apenas lágrimas secas para sempre espelhadas no meu rosto.
My tears dry on their own.


_____________________________________________________


N.A.: Primeira fic integrante de um projecto queaindanãotemnome, organizado por mim e pelo Sy.
A minha primeira JN ^^ fraquinha e tal, mas eu gosto dela U_U
Agradecimentos ao meu mano, que alinhou comigo neste projecto problemático e que me deu personagens e situações fucked para escrever xD - love you, dear ;*
Música utilizada - My Tears Dry On Their Own, Amy Winehouse


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MensagemAssunto: Re: I Challenge WEEK   Dom Jul 12, 2009 2:09 pm

Citação :

Nome: Não te amo. Só te quero.
Autor: Harry Spider Potter
Tipo: Short-Fic
Género: Drama/Romance
Classificação: Talvez NC-17
Foco: Bellatrix Lestrange/Regulus Black
Item Utilizado: Vidro Partido
Beta:
Capa da fic:
Nota Introdutória: Esta Fic desenrola-se numa Realidade Alternativa, visto que não segue todas as ideias criadas pela autora J. K. Rowling, a quem são reservados todos os direitos das personagens e espaços. É de referir que a quinta geração dos Black, que constituem as personagens principais, têm idades diferentes das estipuladas pela autora. No início da história as personagens têm as seguintes idades:
Bellatrix – 24 anos
Andromeda – 21 anos
Sirius – 21 anos
Regulus – 20 anos
Narcisa – 20 anos
Além disso, alguns detalhes da 1º Guerra Mágica foram criados por mim, podendo não coincidir completamente com o espaço temporal da obra, embora tente preservar ao máximo as ideias originais. O poema presente na Fic é da autoria do poeta romântico Almeida Garrett.

Link, brevemente.

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MensagemAssunto: Re: I Challenge WEEK   Dom Jul 12, 2009 2:10 pm

Citação :
Nome: J’y Suis Jamais Alle
Autor: Blue Storm
Tipo: Short-Fic
Género: Romance
Classificação: +16
Foco: Regulus Black/Narcissa Malfoy
Item Usado: Narcissa Malfoy
Capa da fic: https://redcdn.net/ihimizer/img189/4162/jysuisjamaisalle.jpg
Nota Introdutória: A fan fiction passa-se em Paris, em 1979, numa realidade alternativa, pois contradiz alguns dos fins reservados às personagens e a situação em que tal acontece.
Regulus acaba de fazer 18 anos e Narcissa tem 24 (idade correspondente à estipulada pela autora J.K. Rowling).


J'y Suis Jamais Alle


Paris, 1979

A sensação de caminhar em Paris é maravilhosa. Talvez noutra cidade pudesse sentir o mesmo… Mas aquela era especial. O cheiro no ar, as músicas de acordeão que chegavam até mim… o sentimento de liberdade que pairava no ar. Tudo me faria rir e correr qual criança, se não fosse o peso que sentia. Peso tal que parecia ser causado pelo conteúdo do mero papel que segurava na mão.
As palavras de raiva de Lucius ardiam como labaredas no papel imaculado, disfarçadas por uma letra esguia e elaborada. Cuspiam insultos e acusavam-me de falsidades. Culpavam-me de traição, e eu podia cheirar o trabalho de Bellatrix por detrás daquilo tudo. O que os ciúmes podem fazer… Acusava-me a mim, Narcissa, das mais hediondas traições.
E ali estava eu, numa fuga rebuscada de toda a confusão presente na minha própria casa. Paris é uma cidade em festa durante o ano todo, perfeita para pôr as mágoas de lado e evitar os problemas.
Arranjara um quarto bem no centro de Paris, onde podia admirar a cidade em todo o seu esplendor. Entrei no luxuoso hotel e dirigi-me ao quarto que me havia sido reservado.
Este tinha uma bela varanda, de onde podia ver a Torre Eiffel e o centro da metrópole. Caminhei para lá, só pelo prazer de sentir o vento nos cabelos soltos. Quando acordei daquele torpor, voltei para o quarto, atirando com a mala para cima da cama. A água quente da banheira era demasiado convidativa, e deixando as roupas no chão, rendi-me às águas perfumadas.

Não sei quanto tempo estive na banheira, mas depois de lá sair, me pentear e preparar, já tinha anoitecido. A música francesa entrava no quarto e convidava-me a juntar à festa. Pegando na carteira, saí do quarto.
Já cá fora, acendi um cigarro e levei a boquilha à boca, soltando pequenos círculos de fumo no ar. Dirigi-me para o centro de Paris, para o meio dos artistas e vendedores.
Esbanjei dinheiro em perfumes, jóias e vestidos, como se isso pudesse comprar a minha felicidade. Andei qual adolescente sem limites pelas ruas, um sorriso parvo na cara e um cigarro sempre aceso na mão.
A certa altura, enquanto observava um vendedor de quadros, ouvi alguém a dirigir-se a mim, em inglês:
- Se fosse a ti não o comprava. Está a levar muito mais do que aquilo que merece.
Eu reconheceria aquela voz em qualquer lado. Aquele misto de sarcasmo com jovialidade, um gracejo inconfundível. Mas que fazia ele ali, ele ainda por cima…?
- Regulus. – virei-me para ele com um sorriso formal. – Que surpresa ver-te aqui.
Ele estava mais ou menos na mesma, desde a última vez que o vira. O cabelo escuro estava mais comprido, pelos maxilares. Deixara crescer uma ligeira barba, ao longo destes. Mas o brilho dos olhos cinzentos era o mesmo de sempre.
- Aproveitar a juventude enquanto se pode. E tu, qual o motivo de aqui estares?
Engraçado ele perguntar aquilo, pois era ele mesmo a causa da minha fuga.
- Assuntos pessoais. Podes lhe chamar umas pequenas férias.
Ele aproximou-se de mim com aquele sorriso mesquinho que lhe era tão característico.
- E que me dizes a um passeio?
Eu tinha de parar aquilo antes que fosse longe demais.
- Não posso. Já é tarde e tenho de voltar para o hotel.
Fiz questão de me afastar mas Regulus agarrou-me num braço, gentilmente.
- Em que hotel estás hospedada? Assim amanhã posso te mostrar a cidade.
Fiquei calada, com um ar sério. Não lhe iria responder. Não podia dar esperanças àquele rapaz irresponsável. Já bastavam os olhares que recebia, algo que chamara à atenção da minha irmã.
- Se não me disseres eu sigo-te.
Suspirei, resignada.
- Promete-me que é só um passeio. E depois deixas-me aproveitar as minhas… férias em paz.
- Se for isso que tu queres…
Deixei que ele me acompanhasse até à porta do hotel, mas impedi-o de subir comigo. Despedi-me com um seco adeus, e vi-o desaparecer na confusão das ruas parisienses.

Nessa noite o sono parecia não querer vir. Mexia-me de um lado para o outro, enrolando os lençóis e despenteando os cabelos. Saíra de Inglaterra para apanhar ar, para refrescar as ideias e pensar no que me era essencial. Eu amava Lucius, era casada com ele, supostamente íamos ser felizes… Mas depois chegara aquele rapaz, com mais 6 anos de juventude que eu, e aqueles seus trejeitos, a sua maneira de andar, a sua voz… Um jovem a adaptar-se ao mundo dos adultos, ainda com o charme e a imprevisibilidade da adolescência.
Tapei a cara com a almofada, numa tentativa desesperada de afastar aqueles pensamentos. Uma mulher responsável como eu não os deveria ter.
No entanto, ali estava eu, longe do meu marido, e com um rapaz de sonho a convidar-me para um passeio. Já que ganhara a fama, porque não aproveitá-la? Uma vingança de Lucius, já que ele acreditara antes na minha irmã do que em mim.
Acabei por adormecer, com toda aquela situação e impedir-me de descansar realmente.

Acordei com a luz do Sol a aquecer-me a cara. Cheguei inclusive a sorrir por uns segundos, antes de me lembrar do que acontecera no dia anterior. Por motivos que desconhecia, isso causava-me uma certa impressão no estômago.
Levantei-me com imensa lentidão, pois queria prolongar aquele momento para sempre. Dirigi-me à varanda e abri as portadas, o vento fresco revirando as minhas roupas.
Tirei do armário o meu vestido de cetim vermelho, com duas alças que se prendiam atrás do pescoço, deixando as costas livres. Pintei os lábios e apanhei o cabelo com um pau nele atravessado. Depois de pôr perfume fiquei alguns momentos a olhar-me ao espelho. Nem sabia porque é que me tinha arranjado daquela maneira. Vestida para matar, diziam alguns…
Desci até ao lobby do hotel, para tomar o pequeno-almoço. Só não estava a contar é que Regulus lá estivesse, com uma camisa branca e calças escuras. Sorriu quando me viu e aproximou-se.
- Regulus, ainda tenho de tomar o pequeno-almoço… não te esperava tão cedo e…
- Vêm. – pegou-me na mão e levou-me para fora do hotel. – Já tratamos disso.
Reparei numa limusina negra, que vi ser para nós quando o condutor nos abriu a porta.
- Pensei que fosse apenas um passeio pela cidade…
- Não disse que zona da cidade era, pois não?
Contrariada acabei por entrar no carro, seguida do rapaz. Pouco depois o carro começou a avançar.
Nos primeiros minutos de viagem, ninguém disse nada. Eu olhava pela janela, zangada com a situação e por Regulus me ter enganado. E tinha a certeza que ele olhava para mim, provavelmente com aquele seu sorriso irritante.
Acabei por me resignar àquele silêncio constrangedor, perguntando:
- Onde vamos mesmo?
- Surpresa.
O meu sobrolho carregou-se. Miúdo insolente.
- Eu sou uma dama responsável, sem tempo algum para estas brincadeiras. Exijo que me respondas!
Nesse momento o carro entrou numa estrada de terra, que se notou devido ao terreno desnivelado.
- Para onde me levas, Regulus? Já nem sequer estamos na cidade, porra!
- Estamos nos arredores. Chegamos daqui a um instante.
Afundei-me nos bancos do carro, com um suspiro conformado. Onde tinha eu a cabeça para ter aceite uma palermice daquelas? Não era por aquilo mesmo que Lucius – o meu marido, por amor de deus! – me acusara de traição? Tinham sido apenas trocas de olhar que me tinham levado àquela situação… E agora ali estava eu, com o meu primo, num carro para zona incerta.
O condutor acabou por parar, vindo abrir-me a porta apenas segundos depois. Hesitei em sair, pois apenas via árvores à minha volta, e vegetação por todo o lado. Olhei para os meus sapatos de saltos altos, atirando algumas maldições sussurradas a Regulus.
- Então, não vais sair? – sibilou-me ele ao ouvido.
Senti um arrepio a subir-me pelas costas. Saí do carro à pressa, afastando-me dele. Regulus saiu também, e o motorista foi-se embora, deixando-nos sozinhos no meio do bosque.
- E agora? – perguntei, de braços cruzados.
- Agora segues-me.
Uma coisa era falar, outra era conseguir fazê-lo. Ele caminhava com toda a calma e graça por entre as plantas, olhando para trás de vez em quando para se certificar que eu ainda ali estava. E eu apenas não me tinha ido embora porque, além de não saber onde estava, mal conseguia andar com aqueles sapatos. Doíam-me os tornozelos de tantas vezes torcer os pés.
Acabei por desistir e amaldiçoar toda aquela maldita situação. Tirei os sapatos, mandando a dignidade dar uma volta, e vi que Regulus sorria ao ver-me fazer isso.
- Estamos quase a chegar, avisou.
Um caminho que deveria ter durado cerca de 5 minutos, para mim pareceu-me uma eternidade. Quando chegamos ao nosso destino, tinha as pernas todas doridas e a minha paciência no limite. Provavelmente estava a dramatizar a situação. Era o que dava não estar habituada a passeios como aquele.
O sítio onde estávamos era bem bonito. Tinha um grande lago, rodeado por imensas árvores. Não se ouvia um único barulho da cidade. Em vez disso, imensos chilreares davam àquele cenário um ar especial.
- Qualquer um te podia levar ao um restaurante de luxo. - disse ele. - E eu juntei o luxo ao agradável.
Com um movimento da varinha, apontou para uma mesa de pedra ali perto e fez aparecer uma toalha e uma refeição inteira, um bom exemplar de, como ele dissera, um restaurante de luxo. Incluindo champagne.
- Sei que não é pequeno-almoço. Mas se reparares bem, já são mais horas de almoçar.
Olhei para o relógio e confirmei o que Regulus me dizia. Ele avançou e fez questão de se sentar, mas eu fiquei parada no mesmo sítio. Ainda estava um bocado céptica em relação àquilo tudo.
- Narcissa, então. É apenas um almoço. Entre amigos.
- Sei perfeitamente que nessa tua cabeça irresponsável não é disso que se trata. - no entanto, fiz-lhe o favor e sentei-me.
A comida estava realmente boa, e eu estava esfomeada. Era pato, com um molho que me era desconhecido, mas delicioso. A competir com o sabor estava ainda a aparência do prato, qual obra de arte.
A certa altura, com um esgar maroto nos lábios, o meu primo perguntou-me:
- Vais-me dizer a verdadeira razão para estares em Paris? - rodou o copo de champagne que tinha na mão. - Sozinha, digo.
- Já te disse. Decidi tirar um tempo só para mim. - o meu olhar avisou-o que o assunto deveria acabar ali.
Ele soltou um riso sarcástico, enquanto continuava a olhar para mim. Será que ele sabia?
- E porque não vieste com Lucius? Afinal são casados. Ou com a tua irmã... Bellatrix. Uma mulher como tu sozinha em Paris... se eu fosse Lucius nem deixava que isso acontecesse.
Não estava a gostar do rumo daquela conversa.
- Esqueces-te que não sou tão indefesa com essas Muggles que andam por aí.
- Bem sei. Mas nos dias de hoje, todo o cuidado é pouco.
Virei a cara para o lado, indignada por ele achar que não me conseguia proteger a mim própria.
Não sei se foi do champagne, do ambiente ou simplesmente da minha frustração, mas disse algo que num outro dia qualquer me iria arrepender de o ter feito.
- Lucius desconfia que eu o traí. A minha irmã meteu-lhe estas ideias ridículas na cabeça, que o levou a essa conclusão precipitada. O meu próprio marido nem ouve a minha versão da história. E aqui estou eu, numa tentativa de fugir às acusações da minha própria família.
- E quem é o sortudo e suposto teu amante?
- Ninguém que te interesse.
Mas o olhar dele e aquele malvado sorriso diziam-me que ele sabia. Era óbvio que ele sabia, e era por isso que planeara aquele almoço, aquele passeio.
Quando acabei de comer, aproximei-me do lago sem saber o que dizer. Queria voltar para o hotel, e passar o resto do dia deitada a acusar-me por ter sido tão irreflectida, enquanto ouvia acordeão, instrumento que parecia fazer parte do quotidiano dos franceses. Avancei até entrar na água até aos tornozelos.
Regulus continuava sentado, enquanto bebia champagne e me observava.
- Quanto tempo tencionas ficar aqui, Narcissa?
- Não sei. Talvez uns dias, uma semana, um mês. Depende de muita coisa.
- Apenas depende da vontade que tu tiveres de voltar.
- E da de Lucius me aceitar de volta.
Ouvi-o suspirar.
- Ele não é tudo no mundo. Por mais que ele não te aceite de volta, não vais desistir, pois não? Eu conheço-te, embora tu o queiras negar. Ainda podes fazer muito, se quiseres ficar com ele... O problema, é se queres...
- Como te atreves? - perguntei, indignada. - É óbvio que eu quero voltar para o meu marido! Não digas coisas que não sabes, rapaz.
Ele acabou de beber e pousou o copo delicadamente. Com umas palavras murmuradas, tudo voltou a desaparecer.
- Desculpa se te ofendi, não era a minha intenção.
Um silêncio desconfortável instalou-se entre nós. O lugar era agradável, mas eu preferia voltar para a cidade.
- Acho que é hora de voltarmos...
Ele assentiu silenciosamente, e enquanto se levantava disse:
- Tens razão. Além disso, o motorista já deve estar à nossa espera.
Perto da estrada de terra, voltei a calçar os sapatos, para depois entrar no carro.
Íamos a meio da viagem quando Regulus disse:
- Tenho uma sugestão a fazer-te. Em vez de passares todos estes dias sozinha, que achas de fazermos um acordo? Todos os dias levo-te ou a almoçar, ou a jantar fora. E todos os dias te tento surpreender com algo novo. Quando deixar de ter surpresas para te oferecer, e se assim o quiseres, deixo de te importunar.
- E porque haveria de aceitar essa oferta? Tenho muitas coisas para fazer, aqui em Paris. Não preciso da tua ajuda.
O olhar que ele me lançou estava pleno de significado. Odiava a maneira como ele me conseguia fazer mudar de ideias assim, com apenas um gesto. Ele sabia disso, e aproveitava-se da situação. Amaldiçoei-o mais uma vez, para mim mesma.
- Talvez. Mas logo que eu assim queira, afastas-te?
- Sim.
Quando ele me deixou no hotel, ficou combinado que no dia seguinte me iria buscar para jantar, para um sítio que eu desconhecia.
Passei o resto do dia nas redondezas do hotel, acabando por voltar para lá jantar. Fui para o quarto cedo, devido a uma noite de sono mal passada.
No entanto, nessa noite também me custou a adormecer. Devido àqueles dois homens problemáticos. Mas a razão era diferente. Desta vez não acusava Regulus, mas sim Lucius. Tudo por causa daquilo que Regulus dissera: "Ainda podes fazer muito, se quiseres ficar com ele... O problema, é se queres...".
Eu já sabia disso há muito tempo, mas apenas agora pensava nisso. Lucius dedicava-se mais ao seu adorado Lorde das Trevas do que a mim. Passava dias fora de casa, em missões de elevado secretismo, deixando-me para trás, naquela mansão de paredes frias. Não que me importasse... na altura. Ele acabava por voltar e compensava-me, mais por cortesia do que por outra coisa, com um ramo de rosas, prendas ou uma noite bem passada.
Mas eu sabia que podia ter mais que isso. Não fora fadada a ficar para trás qual dona de casa demasiado dependente do marido. Eu era boa, capaz de muitas coisas. Era independente e podia fazer por mim. Se Lucius não me aceitasse, partiria para outra. Por muito que o amasse, não me iria rebaixar ao ponto de suplicar.

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MensagemAssunto: Re: I Challenge WEEK   Dom Jul 12, 2009 2:11 pm

Citação :
No dia seguinte fiquei no hotel a descobrir todas as maravilhas que tinham para oferecer. Percorri tudo desde massagens a provas de comida, passando por tratamentos de beleza. Regulus tinha razão, realmente eu pouco tinha para fazer em Paris, onde não conhecia ninguém. Mas sempre me podia divertir com coisas mundanas com aquelas.
Quando chegou a hora, já eu estava no quarto há imenso tempo, indecisa no que vestir. Suponha que como era noite, ele não me levaria outra vez a um bosque, além de que isso não me iria surpreender. Logo, podia escolher aquilo que me apetecesse.
Acabei por optar por um longo vestido azul-escuro ondulado, mais curto de um lado que do outro. Deixei o cabelo solto, pois gostava dos cachos que formara, e peguei num xaile de seda transparente.
Quando desci, Regulus já me esperava, como sempre pontual. O sorriso radiante não faltava e como eu previra, iríamos a algum sítio mais formal, pois ele vestia um fato (que lhe ficava espectacularmente bem).
Mais uma vez a limusina esperava-nos, mas desta vez a viagem não foi muito grande, nem desagradável. Regulus não tocava em assuntos delicados e discutia apenas curiosidades e coisas que se tinham passado, conseguindo fazer-me rir no final. Quase que conseguia que eu me esquecesse da conversa do dia anterior. Quase.
O motorista deixou-nos numa zona perto do rio, fresca e agradável. Um restaurante instalara mesas ao ar livre, tudo isto acompanhado pela suave música de um quarteto de cordas.
Regulus encomendou o melhor vinho da casa, e os melhores pratos. A comida era ainda melhor que a do dia anterior, e eu perguntava-me quando é que a cozinha francesa me deixaria de agradar. Se pudesse, passaria o resto da vida naquele lugar, com aquela música, comida... com aquela companhia.
O rapaz impressionou-me com o seu carisma, naquela noite. Qualquer que fosse o assunto que ele abordasse, acabava por me fazer sorrir e sentir à vontade. Talvez fosse do vinho e dos estranhos condimentos da comida, mas a verdade é que não conseguia ficar zangada com ele. Regulus era um manipulador nato, e eu não me importava.
Tinha acabado a refeição e olhava para o resto do vinho com dúvidas se o devia ou não acabar quando Regulus me convidou:
- Queres dançar?
- Não sei se...
- Vá lá. É apenas para aproveitar a música. - disse, interrompendo a minha hesitação.
Estendeu-me a mão, que eu aceitei, e conduziu-me para a pista de dança. Não era bem uma pista, apenas o espaço à frente do quarteto, que alguns casais tomavam como norma para lugar de dança. Assim que lá chegamos, o grupo mudou para uma valsa clássica.
Além de se saber vestir bem e de saber ter uma conversa sempre interessante, Regulus sabia também dançar bem. Não sei onde o aprendera, pois até há pouco tempo estivera em Hogwarts. Podia-se dizer que fazia parte do seu charme misterioso. Conduziu-me durante toda a música com um sorriso inocente nos lábios, os seus passos completamente sincronizados com o ritmo.
Mas tudo aquilo não vinha sem um "senão". A música seguinte revelou-se como um slow, e ele não deixou escapar a oportunidade de se aproximar mais de mim. Talvez estivesse apenas a cumprir as regras do estilo de dança, mas quando senti os seus lábios no meu pescoço (seguidos de um arrepio agradável), tive de o parar ali.
- Por mais que a conversa tenha sido muito interessante durante a noite, e o vinho estivesse uma maravilha, isso não quer dizer que eu tenha baixado as minhas defesas. - disse-lhe eu, afastando-o um pouco para lhe mostrar o aviso no meu olhar.
- Não perdia nada em tentar. - gozou ele, como se não passasse de uma brincadeira de crianças.
De facto, o resto da noite voltou a ser o normal jantar entre amigos que fora antes da sua audácia. Ou pelo menos, era disso que me tentava convencer.
Já a noite ia avançada quando ele me deixou de novo no hotel, despedindo-se com um mero beijo na cara. Ao menos mantivera a sua palavra, e não tentara mais nada. Durante o caminho tínhamos combinado uma ida ao cinema no dia seguinte, almoço incluído.
Na manhã seguinte acordei cedo, depois de finalmente conseguir dormir descansada. Desta vez escolhi um vestido de pano cru, que comprara no dia em que ali chegara. Comprara também um lenço, que pus ao pescoço. Um visual mais fresco, em soma.
No entanto, quando desci para a entrada do hotel, Regulus não se encontrava lá. Era estranho ele estar atrasado, mas ninguém é perfeito, e podia ter surgido um contratempo.
Vinte minutos depois ainda mantinha este pensamento. Meia hora depois já começava a duvidar. E enchi-me de desapontamento quando, uma hora depois, ele não apareceu. Não me passava pela cabeça nenhuma justificação para ele ter faltado ao nosso compromisso. Pelo menos, sem avisar. Se tivesse surgido um imprevisto, sempre me podia ter mandado uma carta, uma coruja... algo que me avisasse. Mas nada.
Depois de tanto tempo esperar nos sofás da entrada, desisti e voltei para o quarto. Tentava combater aqueles sentimentos de desilusão e desamparo, e chamava-me ridícula por sequer os sentir.
Passei o dia trancada no quarto, melancólica. Dizia para mim mesma que deveria ser do cansaço, talvez do tempo (embora estivesse um dia perfeitamente normal) ou uma súbita mudança de humor. Aproveitei para ler, para me pôr a par com as noticias e para experimentar o serviço de quartos, ao almoço, lanche e jantar. Se Lucius me visse teria vergonha de mim. Mas rapidamente pus esse homem de lado, que ainda nem tentara contactar-me.
Estava a dormitar, ainda com o vestido, quando alguém bateu à porta. Não me lembrava de ter pedido alguma coisa, deveria ser engano.
Levantei-me e fui abrir a porta. Do outro lado esperava-me um irritado Regulus, e todo ele parecia tremer.
- Regulus? Que se passou... ? Não apareceste hoje de manhã e pensei que...
- Deixa-me entrar. - O seu tom de voz denotava urgência.
- Acho que é melhor não... Como conseguiste chegar aqui, antes de mais?
- Consegui convencer o porteiro a dizer-me o quarto. Posso?
- É melhor não…
- Por favor.
O seu olhar de súplica mostrou-me que ele não estava para brincadeiras. O rapaz atrevido e sarcástico tinha desaparecido, e eu apenas via uma figura furiosa, pronta a explodir a qualquer momento. Deixei-o entrar e ele começou a andar de um lado para o outro dentro do quarto.
- Não entendo porque ainda faço isto. É ridículo, ridículo!! - parou por uns momentos, olhando para mim. - Ah, claro. Primeiro tenho de te pedir desculpa por não ter aparecido hoje. A culpa é toda DELE.
Continuou a andar, levando as mãos ao ar e balbuciando coisas que eu não entendia. Quando voltou a fazer sentido, consegui perceber:
- Manda-me nestas missões absurdas, que nem eu quero fazer! Não sei porque é que eles não vêm o meu verdadeiro potencial... Pareço a mascote do grupo, o que fica com o lixo deixado pelos outros. Estou farto disto! Mas claro que ninguém se atreve a discordar dele... Senão seria tudo muito diferente.
Aquele súbito ataque de fúria não estava a ter nexo nenhum. Ainda por cima Regulus não parava quieto, para eu conseguir ter uma conversa normal com ele.
- Mas de quem estás a falar? Quem é ele?
- Quem achas? O Senhor das Trevas, Quem Nós Sabemos, Aquele Cujo Muito Importante e Ridículo Nome Não Deve Ser Pronunciado! - o seu olhar quase que denunciava loucura. - Lord Voldemort!
Senti um arrepio a congelar-me toda.
- Não devias dizer...
- Que interessa?! É por esses mesmos pensamentos que ninguém lhe faz frente. E ele continua a abusar das pessoas, e a ter tudo o que quer...
Deixou-se cair na cama, afundando a cara nas mãos, com um suspiro exasperado. Sentei-me à beira dele, passando-lhe a mão pelo ombro.
- Mas que te deixou assim?
- Ele tentou matar o Kreacher... - disse ele, a sua voz abafada.
Não entendia porquê tanto drama por causa de um elfo doméstico. Deveria haver qualquer coisa que ele não me dizia. Levei a mão à cara dele, para lhe afastar o cabelo comprido. No entanto, ele tomou esse gesto como algo mais, e de repente empurrava-me para me deitar, beijando-me com uma paixão furiosa. Resisti, mas logo reparei que o estava a fazer contrariada, e acabei por me render ao prazer.
Despiu-me o vestido com uma rapidez enorme, enquanto me beijava com uma sede crescente. Consegui tirar-lhe a camisa de uma maneira atabalhoada, atirando-a para o chão. Sentia as suas mãos a acariciarem-me o corpo, a apertarem-me contra si, enquanto a sua língua me percorria o pescoço e o peito. O cheiro do seu cabelo deixava-me louca e o calor do seu corpo másculo contra o meu pedia mais, sempre mais.
Numa correria desenfreada, desapertei-lhe as calças que eram uma barreira desnecessária. Senti uma dor de prazer atravessar-me e soltei um gemido de satisfação. Regulus entregava-me toda a sua fúria e paixão.
Acabamos por cair os dois cansados, a nossa respiração irregular. Ele virou-se para mim e abraçou-me, como se nunca mais me fosse largar.
- Amo-te, Narcissa.
Depois de tudo aquilo já não valia a pena negar. Nem a mim, nem a ele:
- Também te amo, Regulus...
Ficamos assim imenso tempo. A certa altura o sono já me começava e vencer, enquanto eu passava a minha mão pela Marca dele. Ele murmurou qualquer coisa, mas eu já estava a dormi:
- Hei de derrotá-lo... Aquele mentiroso, Sangue Mestiço...

Quando acordei no dia seguinte e senti a sua respiração serena, sorri. Um sorriso sincero, que há muito que não o fazia. Pouco tempo depois Regulus acabou por acordar. Via no olhar dele uma certa incredulidade, como se apenas agora reparasse que a noite passada fora mesmo verdade.
- Bom dia, Narcissa...
Aproximei-me dele e beijei-lhe os lábios.
- Pequeno-almoço?
Ele assentiu. Telefonei para o serviço de quartos e de seguida levantei-me com um lençol enrolado à minha volta. Enquanto ele recolhia a sua roupa espalhada pelo chão, eu tirei um vestido do armário.
Quando o pequeno-almoço chegou, estávamos os dois apresentáveis, mas ainda não trocáramos mais nenhuma palavra. Aceitei o tabuleiro que tinham trazido e fechei a porta, não fosse alguém ver Regulus.
Enquanto comiam o rapaz disse:
- Narcissa... vou ter de me ausentar por uns dias... Peço imensa desculpa, preferia ficar aqui, contigo... Mas não posso adiar esta missão.
- Mas não estavas farto de missões?
- Esta aqui é pessoal...
Despedi-me dele com um sorriso triste. Agora que queria ficar com ele, Regulus tinha de partir, sem me puder dizer porquê. Antes de se ir embora, deu-me um beijo suave mas apaixonado, desaparecendo para dentro do carro pouco depois.


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MensagemAssunto: Re: I Challenge WEEK   Dom Jul 12, 2009 2:12 pm

Citação :
Passei os dias seguintes sozinha e desapegada. Tinha uma constante sensação de amargura no peito. Não sabia se deveria voltar, pois Regulus podia regressar e encontrar o quarto vazio, ou ocupado por desconhecidos. Por outro lado, se não voltasse, ia ficar ali com os meus demónios e piorar cada vez mais a minha situação com Lucius.
Lucius... o meu marido... aquele que eu prometera amar para sempre. Pois eu era deveras inocente, pois o que sentira por ele não era amor. Não podia ser, comparado com o que sentia por aquele rapaz insolente do Regulus Black.
Tinham passado três dias quando recebi uma carta. Vieram entregar-ma ao quarto, mas não me souberam dizer quem a entregara.
- Não foi o remetente, apenas um enviado dele. - disseram-me.
Rasguei o envelope selado e li a carta, impressa à máquina:

“Minha Narcissa,

Regressei da minha viagem. Desculpa ter-te deixado tanto tempo sozinha, regressei assim que pude.
Como sabes, fiz tudo isto no maior segredo. Não posso ir aí ter contigo por essa mesma razão. Mas encontrei um sítio onde nos podemos ver.

Anseio pelo momento em que te possa abraçar de novo,

Teu,
Regulus”

Junto com a carta vinha um mapa para os arredores de Paris, com uma rua assinalada.
Vesti-me o mais depressa que pude e apanhei o primeiro táxi que vi à porta do hotel. Mostrei a rua ao condutor e por alguns momentos ele hesitou. Olhou para mim várias vezes, mas acabou por seguir caminho.
Só quando lá cheguei é que soube o porquê do olhar estranho do homem. Estávamos num bairro bastante sujo, com ar abandonado. As casas tinham vidros partidos, portas penduradas (quando as tinham) e lixo espalhado pelo chão. Verifiquei duas vezes, mas era mesmo aquela rua.
Paguei ao condutor, que se afastou sem uma palavra. Olhei para o mapa e caminhei até à porta indicada dele.
A casa por dentro estava vazia, sem mobiliário algum. Regulus não se encontrava no andar debaixo, portanto subi para o de cima. Assim que acabei as escadas, ouvi alguém a chamar-me de um dos quartos.
Empurrei a porta desse quarto, apenas para estacar na entrada, totalmente petrificada. Do outro lado, com um sorriso triunfante e escarninho, esperava-me nada mais nada menos do que Lucius. Pareceu ficar ainda mais contente com a minha reacção.
- Então Cissy… Como estás?
Não lhe respondi. Onde estaria Regulus? Aquilo só poderia significar uma coisa…
- Não respondes ao teu marido? Para onde foi a tua educação e dignidade? Ah, já me esquecia… Para ali
Apontou com a varinha para um canto da sala, de onde ouvi um gemido. Entrei empurrando Lucius para conseguir passar, e vi Regulus deitado no chão. Dizer que se encontrava num estado lastimável era uma coisa… aquilo era outra. Lucius fizera-lhe incontáveis feridas, e o chão do meu primo, do meu amante, espalhava-se pelo chão. Controlei um grito de pânico, levando a mão à boca. Lucius não se limitara a castigar… ele torturara-o, e podia apostar que se não se divertira assim há imenso tempo. Apenas um fio o prendia à vida.
- Achei estranho o miúdo querer voltar para Paris, com tanta pressa… Ele não estava em si, das últimas vezes que o vi. Pensei que estivesse a preparar um golpe para o Supremo Lorde das Trevas. Mal sabia eu que não era só isso…
«Eu vinha com boas intenções… Queria apenas conversar, ver qual o propósito para ele estar a agir de maneira tão estranha… Até que ele me disse que te amava… A ti, a minha mulher. Disse-lhe que não tinha qualquer hipótese, eras minhas e eras fiel… Mais uma vez, estava enganado. Porque tu desceste ao nível deste merdoso… Deitaste-te com ele e deste-lhe o teu corpo, sua rameira, galdéria… Devias ter vergonha, sua puta!
Lágrimas corriam-me pelas faces, sem controlo algum. Tentei aproximar-me de Regulus, mas Lucius agarrou-me num braço.
- Eu sempre tinha razão em desconfiar de ti. Pensei que a educação que tinhas recebido, e o amor que te dei servissem para alguma coisa. Mas não. Preferes arrastares-te para camas com vermes como este… A minha própria mulher…
Soltei-me dele e corri para a beira de Regulus. Toda a sua roupa estava manchada com sangue fresco, e a minha também ficou quando o abracei, soluçando.
- Quando ele me falou disso, não o pude perdoar. Pensei em chamar-te antes, mas ainda algo corria mal e acabavam por morrer os dois. E eu não vou deixar que a minha honra seja manchada. Torturá-lo e deixar-te com a clara noção que a culpa é tua, é muito, muito melhor.
Regulus tentava dizer-me qualquer coisa, mas a sua voz saía mesmo fraca.
- A culpa… não… é… tua… Eu… amo-te… desculpa…
Regulus tossiu, não conseguindo continuar a frase. Um fio de sangue escorreu-lhe da boca.
- Também te amo, Regulus…
- Quê?!
Lucius aproximou-se e agarrou-me pelo cabelo, afastando-me do rapaz.
- Isto não é amor, Narcissa! Tu queres é apenas vingar-te de mim… E já que é assim, também me vingo de ti.
Queria fechar os olhos quando vi a sua varinha a erguer-se para Regulus, mas não conseguia, devido ao terror que me avassalava. Ele já não deveria ouvir nem ver nada, tal era o seu estado. Mas eu ouvi muito bem as palavras que me marcaram para o resto da vida:
- Avada… Kedrava.
Os olhos de Regulus abriram-se num espasmo de dor. O seu corpo contraiu-se para depois cair sem vida no chão. Soltei um último lamento e Lucius atirou-me para o chão. Ele saiu do quarto, abandonando-me ali.
Rastejei até à beira do corpo de Regulus. Toda a jovialidade que ele antes tivera desaparecera. Para trás ficara um rapaz sofrido e torturado até ao último sopro de vida. Passei-lhe a mão pelos cabelos e fechei-lhe as pálpebras, dando-lhe um último beijo nos lábios.
Quando Lucius voltou, já eu limpara as lágrimas e me recompusera. Tinha posto de lado qualquer emoção qualquer coisa a não ser fria indiferença. Eu iria amar Regulus para sempre, mas não me podia dar ao luxo de o mostrar, pois Lucius ir-se-ia aproveitar disso. Tinha de guardar as poucas e boas recordações nas minhas memórias, e ser a mulher que Lucius queria. Não lhe iria dar o prazer de me ver sofrer. Não lhe iria dar o prazer de me ver a sentir qualquer emoção, dali em diante.
Com ele vinham dois homens que eu nunca vira, que levaram o corpo de Regulus. Lucius examinou-me por uns momentos, e estendeu-me a sua capa para tapar a roupa manchada de sangue. De seguida estendeu-me a mão. Eu sabia que aquilo era uma prova, mas aceitei-a na mesma.
- Muito bem, Narcissa… vamos voltar para casa.
Conduziu-me até ao exterior, onde um carro nos esperava. No regresso para o hotel, ele perguntou-me:
- Só para ter a certeza… E Paris?
- J’y suis jamais alle…
- Como?
- Eu nunca lá estive…
O seu sorriso marcou o fim de uma era. Uma era em que eu conseguia amar.

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MensagemAssunto: Re: I Challenge WEEK   Dom Jul 12, 2009 2:12 pm

Citação :

Autora: Sirkinha Ice Girl
Tema: Morte
Titulo: O último Adeus


Foi naquela tarde de Outono, em que o sol brilhava reluzente e ouvia-se o chilrear dos pássaros, que tudo se passou. Era um sábado normal, excepto para algumas pessoas.
Não no castelo mas perto dele, na floresta proibida encontrava-se Pansy Parkinson sentada e apoiada no tronco grosso de um carvalho. Parecia preocupada e nervosa. De facto algo a preocupava e bastante. Parecia esperar por alguém.
De repente ouviu os passos de alguém aproximar-se do local onde se encontrava. A princípio assustou-se um pouco, uma rapariga sozinha no meio da floresta não seria muito boa ideia, mas depois soube que era a pessoa que por tanto ansiava. Era Draco Malfoy que lhe pedira para se encontrar ali com ele.

- Estava a ver que não aparecias – disse um pouco furiosa - Fiquei preocupada, pareceste-me muito assustado quando pedis-te que viesse aqui ter contigo. Afinal o que se passa assim de tão grave?
- Bom…eu…bem – Gaguejou – Eu…eu não sei como te dizer isto…
- Podes acalmar-te. Ninguém está a morrer! – Mencionou fazendo um pouco de troça.
- Enganas-te Pansy, porque….porque o que te quero dizer tem tudo a ver com isso…– disse cheio de amargura, pousando os seus braços nos ombros de Parkinson e olhando fixamente para o chão. A tristeza começava agora a possui-lo, estava-lhe no sangue, como se fosse um veneno que chegado ao coração o destruiu por dentro.

Entretanto Pansy ficou assustada. Tinha medo do que Draco fosse dizer-lhe. Mas agora sabia que o assunto teria a ver com morte. Aproximou-se mais dele e deu-lhe a mão, e pôde sentir como estava fria e gelada. Olhou-o nos olhos e viu que neles um mar de lágrimas os banhava. Por todo o seu corpo sentia-se ódio, raiva e melancolia. Finalmente Draco tinha aberto o seu coração de pedra e quebrara-se o gelo que nele havia.
O brilho do sol já desaparecera e com ele o canto dos pássaros. Agora reinava o frio e a escuridão e só um bando de corvos passará por eles grasnando, como se estivessem a prever uma morte de alguém…

- Esta é a ultima vez que nos vemos. Sairei esta madrugada do castelo e partirei para uma missão onde a morte será o meu destino – proferiu Draco apertando a mão a sua amada.

Pansy não acreditara no que ouvira. Toda a sua felicidade e alegria desaparecera naquele momento, como se uma onda de angústia a engolisse, levando-a até a mais profunda escuridão. Ela sim, sentia-se a morrer por dentro. Sentia o seu coração querer parar e começou a sentir a sua respiração enfraquecer. A dor que sentia no peito estava agora a despedaça-la. Não havia mais nada a fazer. Só desejou morrer também.

-Eu vou contigo! Não te posso deixar ires sozinho alias tu não podes ir -Afirmou caindo-lhe as lágrimas pelo queixo - Não te deixarei. Nos somos como um só. Eu…eu quero-te perto de mim.

Draco ao ouvir aquilo não aguentou mais. Abraçou-se a Pansy carinhosamente num abraço apertado, como se estivesse a dizer-lhe que nunca a deixaria. Encostou os seus lábios aos dela delicadamente num beijo longo e apaixonado. Ia passando a sua mão pelos seus cabelos lisos e sedosos e sentindo o suavidade e o perfume da sua pele. Desejou que aquele momento nunca mais acaba-se, pois iria sentir muito a falta dela.
Os dois desejaram morrer ali, para que pudessem faze-lo juntos para que nunca se separarem. O seu amor predominava pela floresta, e só os seres de nela habita poderiam assistir aquele último Adeus.

- Posso não estar presente, mas estarei sempre no teu coração – sussurrou Malfoy ao seu ouvido - e olharei por ti,
esteja eu onde estiver.
- Espero encontrar-me contigo um dia mais tarde para podermos estar juntos de novo. Quem sabe depois da morte – Declarou limpando as lágrimas e soluçando
- Sim…talvez – Respondeu-lhe cabisbaixo
- Bem….Adeus
- Adeus …

Mais tarde Pansy soube por um artigo que vinha no voz delirante como Draco fora brutalmente torturado e assassinado por um grupo de devoradores da morte e pelo próprio Lord Voldmort, no cemitério onde a família Ridle estaria sepultada.
Não conseguindo aguentar todo aquele fardo e dor, Parkinson de seguida a ter lido aquela horrível notícia decidiu ir ter com o seu amado, e por isso também pôs um fim a sua vida. E morreu por amor…

Fim

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MensagemAssunto: Re: I Challenge WEEK   Dom Jul 12, 2009 2:15 pm

Citação :
Titulo: “O teu cheiro!”
Autora: Envageline (Andreia Marques)
Agradeço-te Mariana, pois os rpgs todos que fizemos foram fantásticos, principalmente os do Harry Potter.
Agradeço também a ti, minha imaginação,
pois sem ti também nada disto tinha sido possível.
Prefácio
Mesmo que morra agora, deixa-me ser tua para sempre, deixa-me relembrar-me desse teu cheiro, desse teu olhar, desse teu sorriso, que me cativou desde o primeiro dia que te vi!
Capítulo 1 – Memórias
Eu era pequena, estava num jardim debaixo de uma árvore quando um rapaz de cabelo platinado entrou pelos arbustos. Ambos olhamos um para o outro. O rapaz sentou-se ao pé de mim e disse:
- Não digas nada, estou a esconder-me dos meus pais.
E eu assim o fiz, fiquei calada. Durante muitos minutos ficamos assim, calados, até que os minutos se transformaram em horas. A barriga dele roncara, eu como tinha duas sandes de queijo e paio partilhei metade de uma com ele e guardei a outra sandes para mais logo caso nos desse mais fome. Ele ao ver a minha mão estendida a ele com a metade da sandes, agradeceu com um sorriso e corou. Fora o sorriso mais lindo que vira até aquele dia. Eu era suposto encontrar-me com a minha ama para irmos às compras, mas acabei por fazer como ele e fugi dela.
- Não oiço ninguém! Talvez os meus pais tenham desistido de procurar. Se quiseres já podes falar!
Eu não sabia o que lhe havia de dizer por isso limitei-me a sorrir-lhe, tentei mostrar-lhe o meu maior e mais bonito sorriso, mas mesmo assim …
- Estás com os olhos tristes!
Eu parei de sorrir, baixei o rosto e calei-me, mas este silêncio não demorou muito tempo.
- Porque estás triste!?
Os meus olhos encheram-se de lágrimas como era possível que alguém que eu não conhecia podia ver tão bem algo que eu tentava esconder?! Como é que um desconhecido como ele poderia ver o que os meus olhos e o meu coração verdadeiramente demonstravam?! Ele esperou que eu lhe respondesse, o que também não demorou muito tempo.
- … A minha mãe … ela … morreu quando eu nasci …
Ele continuava calado, e eu só tinha vontade de lhe contar tudo àquela pessoa que eu não conhecia de lado algum!
- … eu hoje faço 7 anos, por isso hoje faz … 7 anos que a minha mãe morreu, não sei como ela era, tenho fotos, mas a minha ama diz que eu sou muito parecida com ela quer em beleza quer em personalidade.
- Então …Parabéns!!
Ao ouvi-lo dizer aquilo chorei ainda mais!
- Não chores! Eu quando estou triste penso em prendas e brinquedos, comida e roupas! E penso também na minha mã… desculpa
- Não faz mal! Obrigada!
Dei-lhe um beijo na face, ele tinha feito o meu dia ficar especial.
- Posso fazer te uma pergunta? Porque estavas a esconder-te dos teus pais?
- É um assunto complicado …
Eu calei-me nesse momento, até que me lembrei que estávamos numa zona de feiticeiros.
- Tu vais para que escola? – perguntamos os dois ao mesmo tempo, por causa disso começamos os dois a rir.
- Eu vou para a escola da minha mãe, Golden Heart!
- Nunca ouvi falar dessa escola!
- É pena, porque essa escola até tem uma lenda!
- A sério?!
- Sim, diz-se que os descendentes da família Heart podem invocar um grande poder chamado o “Golden Heart Fire”… mas e tu, vais para qual?
- Eu vou para Hogwarts, vou ver se calho na equipa dos Slytherin!
- O que há-de tão importante nessa equipa?
- Pelos que os meus pais disseram, uma pessoa pode vir a ser muito importante se ficar nessa equipa!
Capítulo 2 – Rever-te
Foi por este mesmo motivo que decidi vir para esta escola, Hogwarts.
Chamo-me Rosy Heart, vou fazer 14 anos. Sete anos passaram sem o ver. Quem me dera ao menos saber o teu nome para assim te poder procurar! Fui seleccionada para os Slytherin, mas será que ele sempre ficou na equipa que queria, nesta mesma equipa!? Seis dias passaram desde que estou em Hogwarts e ainda
não o vi. Onde estás? Sem que eu quisesse tu foste e és o meu primeiro amor. Tentei não mudar muito a minha aparência para que tu me pudesses conhecer. Mas o meu corpo cresceu e ganhou curvas e de vez enquanto tenho de usar óculos …
O dia ainda não tinha amanhecido e eu já pensava nele, as raparigas ainda dormiam … desci para a sala comum dos Slytherin, talvez a lareira ainda tivesse acesa … o fogo atraía-me, principalmente o cheiro da lenha queimada. Nisto oiço passos … um rapaz de cabelos platinados entra na sala, será ele? … ao entrar para esta escola vi muitas raparigas com o mesmo estilo e cor de cabelo igual ao meu, castanho, liso e um pouco abaixo dos ombros … o rapaz não deu pela minha presença o que fez que eu ficasse um pouco aliviada. Mesmo assim não pode deixar de olhar para o rapaz, ele olhava para a lua. O luar nele, fazia como se ele fosse de porcelana, a pele dele parecia tão frágil … tão quebrável … deparei-me comigo a sorrir.
Não demorou muito tempo até os nossos olhos se encontrarem, não sabia o que fazer, só podia ser ele, porque outro o meu coração batia neste momento tão violentamente parecendo querer sair do peito?! Finalmente te tinha encontrado. Mesmo assim, não pude evitar e desviei os olhos quando os nossos olhos se encontraram, devia estar a corar imenso, senti as minhas faces a queimarem.
O rapaz saiu de onde estava e veio sentar-se num cadeirão ao pé da lareira. Eu deixei os olhos pregados ao fogo, minutos passaram e nenhum de nós disse nada. Mais tarde vi o rapaz a sair da sala e eu poucos minutos depois voltei para os dormitórios também. Vesti-me sem muita pressa afinal o dia estava agora a raiar, não havia razão para vestir à pressa, ou assim pensei eu, mas dei comigo a vestir-me e a aprontar-me com maior rapidez a cada minuto que passava. Seria que ele estava lá em baixo outra vez?! Acabei por dar comigo novamente ao pé da lareira e sozinha.
Dei uma volta pela escola, fui ver onde iam ser as minhas primeiras aulas, e quando eram sete da manhã fui tomar o pequeno-almoço. Sumo de abóbora e tostas com geleia de frutas. Dirigi-me para a sala da primeira aula, a sala de poções. Não me sentia com muitas forças mas só de ver uma amiga que há muito tempo não a via o meu dia ficou melhor, Marion Black, cabelo preto liso e comprido e com um uniforme da equipa dos Gryffindor. O rapaz de cabelos platinados acabara de entrar … íamos ter a primeira aula juntos.
- Marion?!
-Sim!?
- Quem é aquele rapaz de cabelos platinados da mesma equipa que eu?!
- DESCULPA?!
Marion não deu um grito muito alto, mas mesmo assim alguns dos alunos começaram a olhar para nós, inclusive ele. Eu mantive-me calada na esperança que ela me dissesse o nome dele, mas nenhum som saiu da boca dela. As horas passaram tal como as aulas, por volta das 6 da tarde uma rapariga dos Slytherin veio ter comigo avisar-me que eu não podia conviver com a Marion por ela ser dos Gryffindor, eu não gostei … e perdi a cabeça … a rapariga voou … não reparei onde estava até ele se por à minha frente.

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MensagemAssunto: Re: I Challenge WEEK   Dom Jul 12, 2009 2:15 pm

Citação :
- Se não te acalmas, algum professor pode fazer com que fiquemos sem pontos ou pior ainda sejas castigada.
-Estás a defende-la Malfoy ? – gritava a rapariga
Eu continuava enervada, mas ele voltou a pôr-se a minha frente.
- Rose! Espera! Não gastes a tua paciência com esta gaja! – disse Marion
- Estás com os olhos tristes! - Esta frase apanhou toda a gente! O mais impressionante é que tinha vindo de Malfoy ou como ele se chamava – Chamas-te Rose …
- Não! O meu nome é Rosy Heart e posso saber o teu?
- Draco Malfoy! É bom ver-te de novo!
Não pude deixar de corar e saí a correr, não tinha a certeza bem por que mas de repente sentia imensa raiva, mas o meu momento de atletismo não demorou muito, a minha mente ficara branca.
- ROSE! – Era a voz de Marion, oh não tinha tido outro ataque.
Capítulo 3 – Problemas em mim!
Acordei estava na ala hospitalar. Mal abri os olhos pude ver quem me rodeava, Madam Pomfrey, Marion, Malfoy, Hermione, Harry e Ron.
- Como se sente menina Heart?
- O de sempre – mas depois lembrei-me que já não estava na escola da minha mãe – tonta e cansada. Posso dormir!?
- Não antes de eu a examinar! Rapazes saíam, preciso de examinar a menina Heart! Há quanto tempo é que tem este problema?
- Desde os 10 anos! – O meu problema era de coração, normalmente tinha um ataque sempre que tinha uma emoção tão forte que o meu coração não conseguisse acompanhar.
- MENINA ROSY!! – este chamamento conhecia eu bem, era da minha ama, Susan Gold. Tinha apenas 26 anos, mas tinha sido ela que cuidara de mim desde que a minha mãe morrera, eu via como uma espécie de irmã mais velha.
- Tem calma Susan! Já não te disse para largares o “menina”?
- Deixa de brincadeiras. Tiveste outro ataque! Eu sabia que deixar-te vir para aqui era um grande erro! Será a pessoa que andas à procura assim tão importante??
- CALA-TE!! CALA-TE JÁ!! – o que estava ela a fazer?! Ele de todas as pessoas no mundo, não podia saber do meu problema. O que lhe ia dizer! “ Vou morrer daqui a menos de um ano, e vim cá para te ver uma última vez!”. ELE NÃO! ELE NÃO!
- CALA-TE! – voltei a gritar. As únicas pessoas que sabiam o porque da minha morte era eu e a Marion, se Susan soubesse … nem sei o que faria. Tentei acalmar-me! – Eu estou bem!
- Mas … - Susan tentara de novo abordar-me, mas o meu olhar de raiva, ódio e desgosto incidiu nela, e desistiu - … eu entendo!
Susan voltara para casa e o dia continuo, a próxima aula que ia ter era Transfiguração, onde o único lugar vago adivinhem onde era … sim … era mesmo ao lado de Malfoy. Transfiguração não era algo que me fascinava muito, visto ser uma animaga … aquilo quase que não me fascinava era nada! Foi ele que pusera conversa comigo!
- Então … estás melhor?!
- Aquilo não era nada! – tentei mentir-lhe
- A Madam Pomfrey não chama a isso nada! – Não lhe respondi, e ele não insistiu – Porque vieste para Hogwarts?
- Por tua causa! – RAIOS!! A minha mente estava tão longe, que acabara por dizer a verdade! Tinha de estar mais atentas às perguntas dele, caso não fizesse ainda lhe dizia o porquê de o querer ver!
- Fico contente! Então porque só agora?
- Bem a escola da minha mãe fechou, e como me lembrei de tu teres falado desta escola, aproveitei e somei 1 mais 1! – Ufa! Esta pergunta tinha me safado, a resposta não era mentira estava era incompleta!
- A Black chamou-te Rose!
- O quê?! – desta eu não estava à espera – sim chamou, eu e ela somos como primas, conhecemo-nos desde pequenas e por isso ela chama-me assim!
- Então eu também te posso chamar assim, visto que também te conheci éramos pequenos!
- O quê?! – outra vez desprevenida, porque fazia ele aquelas perguntas – Sim podes, mas se me chamas Rose, tenho de te chamar Draco! 1º nome por 1º nome – eu dissera aquilo no gozo por isso mais uma vez ele apanhara-me desprevenida.
- Ok, Rose! – A minha boca abriu de pura surpresa e choque! – Não estejas com a boca muito tempo aberta, se não …
- Se não … ?!
Ele não falara o resto da aula, e eu ficara com aquela frase na minha mente: “Não estejas com a boca muito tempo aberta, se não … ”, se não o quê ?! Raios já nem me consegui concentrar para as outras matérias! RAIOS!! As aulas acabaram e à saída eu puxei Draco para perto de mim.
- O que querias dizer com aquele se não?!
- Vamos para outro sitio …
- NÃO! Diz-me agora! Estive o dia todo com isso na cabeça, não me consegui concentrar ao resto das disciplinas por tua causa! Diz-me!
- Queres mesmo saber?
- Já não te disse que está a dar comigo em doida! Diz!! – mal disse isso, nem tive tempo nem para pensar nem para respirar, ele encostou os lábios dele aos meus, a língua dele misturou-se com a minha e a minha mente voltara a ficar em branco, mas este tom de branco era mau, eu estava a perder a minha consciência! Isso só fez que eu retribuísse o beijo e as nossas línguas se misturassem cada vez mais. Durante anos eu nunca tinha imaginado que um beijo seria assim, o meu primeiro beijo com o meu primeiro e único amor. As nossas línguas separaram-se, mas eu ainda o sentia na minha boca.
– Eu perguntei-te se querias mesmo saber!
E queria! Mas não tinha imaginado isto como resposta, o jantar veio e com ele a noite até a hora de dormir veio e eu não consegui pensar em noutra coisa. Mas eu queria mais, eu desejava-o mais. Desci para a lareira, lembrei-me que não tinha feito os trabalhos por isso tentei focar-me neles. Mas foi em vão … eu não estava a conseguir concentrar-me.
- Raios!!
- O que é Raios??
Capítulo 3 – Eu e tu
- Draco?! O que está a fazer a esta hora da noite acordado?
- Não tinha sono! E tu?!
- Lembrei-me que tinha trabalhos de casa para fazer, mas não consigo … concentrar-me …
- Então porquê?! - ele tinha posto um tom malicioso à medida de dizia o resto – O que poderia tirar a tua concentração?!
- Não tenho cabeça para isto! Vou-me embora!
- Já vais dormir? Mas não acabaste de chegar! – Ele estava a dar-me raiva … outra vez, tinha de me acalmar e foi aí que ouvi um barulho a vir do dormitório.
- Raios, vem aí uma rapariga, senta-te no sofá!!
- Porquê?!
- Faz o que te digo! – Escondi os meus trabalhos de casa por baixo do sofá, e depois de Draco se sentar … transfigurei-me!
- Draco?! – Era a rapariga que me tinha feito passar dos limites e atira-la para o ar, acho que se chamava Pansy ou algo assim! – Estás sozinho ?! – Draco não consegui responder ainda olhava para o animal que tinha deitado no colo – Ohh estás com um gato! Posso dar-lhe uma festinha?!
- Gata! Não sei … experimenta … - ele ainda não sabia bem o que dizer, mas mal a rapariga aproximara a mão levou uma arranhadela minha, toma lá sua parvalhona!! – Acho que ela não gosta muito de ti!
- Ela é tua?!
- Não, não é minha!
- Então queria ver se experimentasses tu! Se calhar também te arranha, tens de te livrar dela … – Mas mal Draco começou a fazer-me festa não resisti e deixei-me ser acarinhada por ele, afinal eu amava-o! – Afinal enganei-me … pelos vistos gosta de ti! – Mal ela disse aquilo … eu saí do colo dele e fui para a janela onde a lua se podia ver bem, mas nada feito, ele foi ter comigo e continuou-me a dar festas por todo o corpo e eu deixei! – Bem … acho que me vou deitar! – Mal ela saiu eu voltei a forma humana!
- Pensei que nunca mais se fosse embora, próxima vez que se aproximar de mim juro que faço mais do que arranha-la ou faze-la voar!
Draco veio ao encontro dos meus lábios e deixe de pensar outra vez, eu já não estava muito vestida, mas ele parecia não querer ver nenhuma peça de roupa em mim, o que de certa forma deixou-me envergonhada, ele despiu-se também. Seria que ele também sentia este desejo como eu, de o ter, de ser sua e ele meu. Os nossos beijos continuaram as línguas misturavam-se para se voltarem a separar para se unirem com cada célula dos nossos corpos. O ar estavam tão quente, eu estava tão quente, eu queria-o! Nada foi preciso ser dito, tudo correu como a água que corre no rio. Os gemidos começaram a ganhar velocidade e mais volume. Fora penetrada, ao inicio doera, era sinal que era virgem. Mas a dor durara pouco tempo, e o calor a velocidade de penetração e os gemidos aumentaram. Sentia-me tão quente … ora a penetração era mais rápida ora mais profunda, mas sempre cheia de prazer. O prazer é coisa que não falta neste nosso encontro, as línguas continuavam a misturar-se. Continuamos assim durante horas, a voltar para os dormitório consegui adormecer melhor. O dia raiou, vesti o uniforme da equipa e desci para tomar pequeno-almoço, mas ao descer para a sala comum encontrei-o. E não resisti e beijei-o! Todos os que estavam presentes olharam para nós! Mas nem ele nem eu nos preocupamos muito com isso.
- Vais ter que aula?! – perguntei-lhe, sentia-me entusiasmada, mesmo que morra daqui a menos de um ano, deixa-me ser tua para sempre, deixa-me relembrar-me desse teu cheiro, desse teu olhar, desse teu sorriso, que me cativou desde o primeiro dia que te vi! Deixa-me continuar a ser feliz enquanto posso.
Capítulo 4 – A verdade
Os dias pareceram passar com rapidez e os nossos encontros continuaram, sempre com as mesma paixão, com as línguas a misturarem-se ao inicio e os corpos a ganharem calor à medida que a penetração aumentava de velocidade. As
férias de Natal passaram os nossos encontros apenas aumentaram. Por volta de Fevereiro ia haver uma visita a Hogsmeade, eu tinha já planeado na minha mente que essa ida ia ser com Draco.
- Rose!! – Marion estava a chamar-me – Olha … eu estive a pensar … não queres ir comigo a Hogsmeade?! Já não nos falamos à algum tempo!! – Ela tinha razão, ela era a minha melhor amiga e a minha confidente. Este dia vinha mesmo a calhar para passarmos tempo juntas, e até podia ser divertido, falar de sabe-lá-Merlin-do-quê, beber umas cervejas de manteiga, ter um pouco de vida social.
- Claro!! Após que vai ser fantástico se for passado contigo!!
O dia passou e a diversão este sempre lá! No dia seguinte a minha médica tinha vindo à escola verificar o meu estado e pelo que ela me tinha dito, o meu estado só agravara … o meu prazo tinha encolhido … passaram de mais seis meses de vida para três meses de vida. Aquela notícia assustara-me … eu até nem percebia o motivo os ataques já nem vinha com tanta frequência, mas depois ela perguntara: “Que intensidade tem cada um?” e aí eu reparara … alguns tinham sido tão intensos que eu ficara inconsciente durante dois a três dias.
A morte estava próxima. Cada vez mais … ao menos tenho te a ti … nem que morresse hoje ao menos o tempo que tinha passado contigo tinha valido a pena … sabia de cor o teu sorriso e … e sabia de cor … o teu cheiro!

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MensagemAssunto: Re: I Challenge WEEK   Dom Jul 12, 2009 2:16 pm

Agora podem comentar, avaliar, apostar, comentar ;D

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MensagemAssunto: Re: I Challenge WEEK   Sab Jul 25, 2009 10:12 am

gostei muito da fic da sirka parabens
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MensagemAssunto: Re: I Challenge WEEK   Dom Jul 26, 2009 8:14 am

Bem, custou me imenso avaliar estas fics. Mas finalmente saiu!
Não postem nada ate acabar de postar as avaliações.
Vão ser postadas por ordem crescente dos pontos.

Parabens aos participantes ;D

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MensagemAssunto: Re: I Challenge WEEK   Dom Jul 26, 2009 8:19 am

O Teu Cheiro
por Envageline


Tema: O tema trata a morte de uma forma que eu gosto muito. Ela sabe que ia morrer e que realizar um último desejo. Mas o tema perde-se no meio da fic. E eu juro que pensei que ias fazer um fim para a rapariga! xD 5

Itens: Meramente citado, com muito pouca relevância para a fic e facilmente substituível. 5

Gramática/Coerência:
Virgulas fora do sítio, erros de genro, tipográficos… 4
Canon/Caracterização de Personagens: Bem, eu acho altamente improvável alguém entrar em Hogwarts com 14 anos… É impossível. Ser animagus com aquela idade é uma ideia demasiado rebuscada. Quanto as personagens, o Draco estava muito passivo e muito bronco. 3

Gosto Pessoal: Eu odeio personagens originais, porque normalmente são clichés. Neste caso não foi diferente. E uma vez que a fic é centrada na dita personagem seria estúpido não considerar isso. Eu não consegui ver o carácter da personagem nem nada. E o primeiro capitulo pareceu-me Severus/Lily chapado, só te denunciou o “platinado”. Numa fic com um PO precisas de afirmar quem é o PO e como e que ele é. Caso contrário as pessoas cansam-se. 4

Nota Final: 21 em 50

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MensagemAssunto: Re: I Challenge WEEK   Dom Jul 26, 2009 8:22 am

Não te amo, Só te Quero.
Por HSP



Tema: Qual era o tema mesmo? Ah, morte, bem, eu diria que esta fic é sobre Devoradores da Morte, tensão sexual acumulada e sobre os gostos excêntricos da Bellatrix. 4

Itens: Meramente citado, sem grande relevo para a fic. Principalmente numa fic de 20 páginas, falar do item em meia dúzia é o mesmo que citar. Não me convenceu pela falta de impacto. 5

Gramática/Coerência: Vários erros tipográficos, letras trocadas e muitas vírgulas fora do sítio. 7

Canon/Caracterização de Personagens: Só para citar os mais importantes: A Bellatrix não está boa. É assim, ela não é uma depravada e não concordo com a visão que deste dela. Acho que ficou demasiado sarcástica e pensativa, quando ela age por impulso. Uma vez que é a sua POV eu fiquei um bocado incomodado com a maneira que ela olha para as situações. O Regulus parece me demasiado Sex Simbol, quando ele era tudo menos isso. E charme não o tinha. Ah não concordo com o facto do Lucius trair a Narcissa, isso não pode ser verdade. 3

Gosto Pessoal: Demasiado grande, demasiado rebuscada, o plot é confuso. Precisa de ser polida à força toda. Evita palavras como rosnar e grunhir, numa fic ficam horríveis e fazem perder o impacto de uma NC. 5

Nota Fina: 24 em 50

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MensagemAssunto: Re: I Challenge WEEK   Dom Jul 26, 2009 8:32 am



O Último Adeus
por Sirkinha Ice Girl

Tema: Ok, a morte está lá, mas eu acho que a fic podia levar isso muito mais longe. A abordagem não é muito imaginativa, e, o único momento em que a fic retrata “morte” acho que é no ultimo paragafo, e mesmo assim de uma forma muito rápida. 6

Itens: Oi? Medo? Escapou-me, não me ficou na memória e tive de voltar atrás para ver se estava mesmo lá. Efectivamente está, mas está mal desenvolvido e é irrelevante. 3


Gramática/Coerência:
Muitas vírgulas fora do sítio, falta de acentos e vários erros tipográficos. Algumas frases incoerentes. 5


Canon/Caracterização de Personagens:
É assim, para mim aquela não é a Pansy. Ainda que no fim ela seja a gaja armada em vaca que ela é, rapidamente isso lhe passa. E o Draco nunca admitria que a amava. As personagens, no entanto, são o melhor na fic. Quanto ao Canon, devias ter indicado que a fic é em RA, ou seja, não segue as ideias da tia Jo. 5


Gosto Pessoal:
Como ficlet, deixa muito a desejar. Está pequena demais e de certo modo insossa. Não gostei do fim, o último paragrafo está mau, parece uma forma barata de acabar com a fic. No entanto eu acho que há coisas na fic que em potencial. As tuas personagens podiam ser melhores, mas são o que a fic tem de melhor. 6

Nota Final: 25 em 50

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MensagemAssunto: Re: I Challenge WEEK   Dom Jul 26, 2009 9:30 am



J'y Suis Jamais Alle
por Storm


Tema: Gostei, mas usar a morte na última página da fic não é dar relevância ao Tema xD. 6

Itens: A Narcissa esta bem. Não está perfeita, acho que existem ali (muiots) traços que não são dela. Mas gostei de ver a sua dor quando o Regulus morreu, isso convenceu-me. 7

Gramática/Coerência: Algumas virgulas e enganaste-te em algumas palavras. 8

Canon/Caracterização de Personagens: A Narcissa está, como já disse, bem. O Regulus não é uma bomba sexual e por isso não esbanja atracção por todos os poros. 7


Gosto Pessoal:
Gostei. Acho que te falta prática a escrever fanfics, mas arranjando um boa beta vais longe. A fic, tem um plot engraçado e não dava para ser mais pequena. O que te falta mesmo é a prática.8


Nota Fina: 36 em 50
[center]

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MensagemAssunto: Re: I Challenge WEEK   Dom Jul 26, 2009 9:36 am



Dry Tears
por Just


Tema: Ora bem, eu adorei a maneira como a morte foi explorada. O sofrimento da
Cissy até dói, Just! Adorei, também, a forma como a Narcissa encarou a morte do seu James. Agora, não te dou um dez porque acho que podias ter levado a ideia da sua morte um pouco mais longe. 9

Itens: A Narcissa estava perfeita. Apaixonada como eu a conheço. Adorei a caracterização dela, ganhaste-me mesmo com este item. Gostei particularmente do facto de ela ver James, de cada vez que via o Harry, isso para mim, ficou de mestre. 10 merecidos!

Gramática/Coerência:
Não encontrei erros nem incoerências. 10

Canon/Caracterização de Personagens: Quanto ao Canon não tenho nada a declarar, está tudo de acordo com os livros e em momento nenhum vi incoerências. Quanto à caracterização, a Narcissa estava perfeita como já te disse, adorei o fogo que ela transmitia. O Lucius, estava bom, mesmo numa passagem pequena. O James não tem como avaliar, já que é a Narcissa que fala dele, e a visão dela podia ser muito bem distorcida pelo amor. Agora não gostei de uma coisa. Eu acho que Draco nunca iria falar de Harry com a Mãe. Não sei, parece-me aquele tabu. Posso até estar enganado. 10

Gosto Pessoal: A fic é linda. Emociona muito. Adorei a metáfora do incêndio. E todos sabemos que James/Narcissa é Canon xD. A melhor fic do Pure Vodka, não tenho duvidas! A única coisa que eu não vejo com tão bons olhos é a música. Que apesar de ser excelente, tem um “q” de divertida. Fic perfeita em Ficlet. 9.5

Nota Fina: 48.5

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MensagemAssunto: Re: I Challenge WEEK   Dom Jul 26, 2009 9:42 am

Tá x)

Eu posto o próximo logo à noite.

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MensagemAssunto: Re: I Challenge WEEK   Dom Jul 26, 2009 10:07 am

Parabéns Just! Very Happy

E parabéns aos outros também Smile
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harry17
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MensagemAssunto: Re: I Challenge WEEK   Dom Jul 26, 2009 10:22 am

Parabens a todos!! Parabens Just pelo 1 lugar
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MensagemAssunto: Re: I Challenge WEEK   Dom Jul 26, 2009 11:43 am

Parabéns a todos!!
Tive 21 em 50!!
Fiquei muito feliz!! É a minha 1ª fic ... normalmente não chego a acaba-las pois há sempre qualquer coisa que quero mudar, acrescentar ou até mesmo tirar porque fica feio!
Mas pronto! Já não foi nada mal! Estava à espera de pior nota!! xD

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